Sobre seu trabalho escreveu a professora e crítica de arte Angela Ancora da Luz:
“ O gosto de Ricardo Newton pelas cenas urbanas é completamente pessoal. Diferente dos realistas, mas sendo um deles, ele se concentra no cotidiano da cidade do Rio de Janeiro” (...).
(...) “mas Ricardo Newton não documenta as cenas como fizeram os realistas. Antes, sua pintura está mais próxima dos resultados fotográficos ou cinematográficos” (...)
(...) “Há momentos em que o artista tangencia o hiperrealismo, mas dele se afasta, por não permitir que o objeto se torne um mero pretexto para a representação” (...).
( ...) “pertence à estirpe dos figurativistas, expressando-se num realismo próprio, limítrofe entre a realidade e a imaginação. Os lugares existem, podem ser percorridos por nós, mas a vida é imaginada” (...).