Guidi começou sua história na arte aos 16 anos, nos grupos de pop rock, mas seu interesse na área vem de antes, quando aos 12 aprendeu guitarra e violão, em aulas na Escola de Música da Barra e no Centro Integrado de Música, ambos na Barra da Tijuca. Cantou na banda Pic-Nic por seis anos - que contabiliza apresentações no Ballroom, Teatro Odisséia, 92 Graus (Curitiba/PR), Atari (São Paulo/SP), SESC Araraquara (SP), Teatro da UFF (Niterói/RJ), Café Muzik (Juiz de Fora/MG), Ginásio Caio Martins (Niterói/RJ, abertura do show do Jota Quest), além de ter dois videoclipes veiculados na MTV.
Durante os dois anos em que cantou no grupo vocal Dá no Coro, do regente Sérgio Sansão, já se apresentou no Teatro do Jockey, SESC Teresópolis, SESC Ginástico (Festival Negras Raízes) e no Festival Cantapueblo, em Mendoza, Argentina. Cursou o SISTEMUS (Sistematização e Treinamento em Música). Faz parte dos grupos de teatro GRUTACHA, do diretor Sady Bianchin, que está em cartaz com "O Alienista", de Machado de Assis; e do grupo Amandaba, da diretora Beth Araújo, com quem está em cartaz com "Mulheres de Machado", baseado em contos também de Machado de Assis. Guidi também faz parte do Bloco de Conga (danças afro-cubanas), da professora Beatriz Lagos e do percussionista José Izquierdo; e do grupo de dança afro do Baixo Santa do Alto Glória. Hoje em dia, aos 25 anos, se apresenta em bares (Bar do Bonde, Severyna, Mercadinho São José) junto com Henrique Silva (violão) e Zen (percussão), cantando MPB (tropicalismo e anos 70) e rock. Também participa do projeto Peneira Gruvi (dub) e do Doces Cariocas, idealizado pelos músicos Pierre Aderne, Alexia Bomtempo e Marcelo Costa Santos, com CD lançado em 2008. É possível que seu navegador não suporte a exibição desta imagem.É possível que seu navegador não suporte a exibição desta imagem.